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Alojamento Elastic: recursos que sobem e descem quando são precisos

Novidades 7 min de leitura

Uma das coisas que vemos há anos no suporte é que um plano de alojamento acaba por ser escolhido em função do pior dia do ano, e isso deixa muita gente a pagar durante doze meses o tamanho de que só precisa verdadeiramente em duas tardes de campanha. Parecia-nos um problema suficientemente repetido para merecer uma resposta diferente, e daí nasce o plano Elastic.

A ideia é simples de explicar: os recursos mexem-se, é você que os ajusta quando quiser ou ajustam-se sozinhos quando o seu site o pede, e a fatura acompanha o que teve ativo e não o que contratou na altura.

O plano Elastic, com o que a conta tem ativo e quanto custa

Como funciona

O plano parte de um mínimo de 500 % de CPU, 5 GB de RAM e 50 GB de disco, incluído na quota base, e a partir daí sobe e desce em escalões de um núcleo, um GB de memória ou 10 GB de disco de cada vez, até um máximo de 1600 % de CPU, 16 GB de memória e 500 GB de disco.

Há três coisas que convém perceber bem, porque são as que o tornam diferente de ampliar um plano tradicional.

Mexer no comando não lhe cobra nada nesse momento

Quando altera um recurso, a alteração aplica-se no servidor de imediato e não passa pelo gateway de pagamento, por isso não tem de confirmar nenhuma cobrança para que o seu site tenha o que precisa. O que tiver tido ativo é liquidado depois, na fatura seguinte, e fazemo-lo com a discriminação por recurso («CPU +2,40 €, RAM −1,10 €») para que possa ver de onde vem cada montante sem ter de confiar num total.

Descer também não gera devoluções nem créditos avulsos: simplesmente desconta nessa mesma conta.

Os comandos, com o preço resultante ao lado do botão

Nunca paga mais do que chegou a ter

Esta é a promessa que sustenta tudo o resto e queremos deixá-la escrita: ter um nível durante algumas horas nunca lhe pode custar mais do que esse mesmo nível durante o mês inteiro. Se subir numa tarde e descer à noite, paga a tarde.

Pensámo-lo assim porque queríamos que subir recursos não fosse uma decisão a ponderar duas vezes de calculadora na mão, que é precisamente o que acontece quando ampliar um plano o prende a alguma coisa.

O reforço, para o dia que importa

Por vezes o que se aproxima não é um crescimento, mas um pico concreto que já sabe que vem (uma campanha, uma notícia na imprensa, uma Black Friday), e para esses dias existe o reforço: dá-lhe o dobro dos recursos durante 24, 48 ou 72 horas e retira-se sozinho quando termina, sem que tenha de se lembrar de nada.

Todos os meses tem 24 horas de reforço incluídas no plano. As durações mais longas custam 4,50 € por cada dia adicional e o preço vê-se antes de carregar no botão, não depois. As horas que não gastar não se acumulam de um mês para o outro.

E se preferir não ter de estar atento

Também pode deixar que seja o escalonamento automático a tratar disso: sobe um escalão quando é preciso e desce-o quando deixa de ser. Pode desligá-lo a qualquer momento e mexer nos comandos à mão, como é evidente.

O que nos parece interessante contar é como decide, porque é aí que estes sistemas costumam falhar: não olha para médias. Um site pode passar o dia inteiro a 6 % do seu limite de CPU e, ainda assim, ficar travado dezenas de vezes na hora de ponta; a média dirá que tem plano de sobra enquanto o cliente vê o site a cair. Por isso, o que observamos são as travagens, o limite atingido e o processo que não chegou a arrancar, que são acontecimentos reais e que nenhuma média esconde.

Quanto custa

A quota base é de 34,90 € por mês com todo o mínimo incluído e, a partir daí, 5 € por núcleo, 5 € por GB de memória e 4,50 € por cada 10 GB de disco. O disco funciona ainda por escalões, de forma que quem contrata muito paga menos pelos últimos, simplesmente porque também nos custam menos a nós.

É faturado apenas mensalmente e sem fidelização. É aí que está o prémio da flexibilidade, e por isso preferimos não o esconder depois em sobretaxas inventadas noutro lado.

Para quem é, e para quem não é

Este plano foi pensado para projetos com picos: lojas com campanhas, meios de comunicação, lançamentos, qualquer coisa que num mês triplique e no seguinte volte ao que era.

Se o seu consumo é constante, um plano fixo vai sair-lhe melhor, e seremos nós próprios a dizer-lho a partir do painel quando virmos que é o seu caso. A elasticidade paga-se, e pagá-la para não a usar não faz sentido nenhum.

Continuamos a melhorar.

Veja em que estamos a trabalhar neste momento ou escreva-nos se sentir falta de algo.